Biodiversidad en ecomuseos: aspectos bioculturales y decoloniales
Resumen
Este trabajo se apoya en una investigación que tiene como objetivo: identificar formas de saber/hacer sobre la biodiversidad en los discursos y prácticas cotidianas de quienes conciben y realizan acciones en el Ecomuseo de la Amazonía. Trabajaremos con la idea de que la comprensión de la biodiversidad no termina ni se limita al ámbito del conocimiento científico. En la perspectiva decolonial, se considera que este concepto se construye a partir de significados colectivos e identidades compartidas de diferentes actores y grupos, con diferentes significados culturales y desde la perspectiva de la transdisciplinariedad. El análisis documental realizado para este texto muestra que los aspectos que articulan las especificidades de los ecomuseos y la biodiversidad aparecen en los ejes temáticos propuestos para esta institución. De esta forma, en la continuidad de la investigación, se explorará cómo se explora la complejidad de la biodiversidad en las acciones educativas de este lugar.
Citas
ABRANTES, J.S. (2022). Bio(socio)diversidade e empreendedorismo ambiental na Amazônia. Rio de Janeiro. Garamond.
BARDIN, L.(2011). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70.
BRULON, B.A. (2015) A invenção do ecomuseu: o caso do Écomusée du Creusot Montceau-les-mines e a prática da museologia experimental. MANA 21(2): 267-295.
– DOI http://dx.doi.org/10.1590/0104-93132015v21n2p267
_____________. (2020) Descolonizar o pensamento museológico: reintegrando a matéria para re-pensar os museus. In: Anais do Museu Paulista. São Paulo, Nova Série, vol. 28 (2). 1-30.
CASTRO, E. (2000). Território, biodiversidade e saberes de populações tradicionais. In: DIEGUES, A.C. Etnoconservação: novos rumos para a conservação da natureza. São Paulo. HUCITEC/NUPAUB-USP.
FUNBOSQUE, Prefeitura Municipal de Belém (2021). Recuperado de https://funbosque.belem.pa.gov.br/projetos/ecomuseu-da-amazonia/
LINHARES, J.F.P. (2009). Populações tradicionais da Amazônia. Revista Pós Ciências Sociais. 1 (11), São Luís, MA.
MUSEU TERRITÓRIO (2022). Recuperado de https://www.museudoterritorio.org.br/museu-do-territorio/
PIEDADE, M.T.F., JUNK, W.J., SOUSA, P.T., NUNES DA CUNHA, C., SCHÖNGART,
SANTOS, B.S. (Org). (2005). Semear outras soluções: os caminhos da biodiversidade e dos conhecimentos rivais. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
SANTOS, S.F.; LUCAS, F.C.A.; MORAES JÚNIOR, M.R. de; SANTOS, A.S. (2018). Bioculturalidade, Conservação e Biotecnologia na Amazônia Oriental. Editora CRV, Curitiba-PR.
TOLEDO, V.M. & BARRERA-BASSOLS, N. (2015) A memória biocultural: A importância ecológica das sabedorias tradicionais. Tradução: Rosa L. Peralta. São Paulo: Expressão Popular.
Descargas

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.









