La enseñanza de la biología y sus articulaciones con las cuestiones de los cuerpos, géneros y sexualidades
Resumen
El artículo presenta algunas potencialidades para promover debates sobre la inclusión de los temas cuerpos, géneros y sexualidades en el currículo de biología, con el fin de permitir la (re)lectura de los significados y significados en circulación sobre estos temas. Estas relecturas entienden estos temas como construcciones históricas y culturales que, al correlacionar comportamientos, idiomas, representaciones, creencias, identidades y posturas producen los temas. En este artículo establecemos conexiones con el campo teórico de los Estudios Culturales, en sus aspectos postecon structuralistas, y tomamos los medios de comunicación y libros de texto de Ciencias Naturales y Biología de Brasil y Portugal como productos y producciones, tecnologías y dispositivos, que llevan enseñanzas sobre cuerpos, géneros y sexualidades. Argumentamos que esos materiales reafirman ideales de normalidad y normalización de los cuerpos, las sexualidades y los géneros. Los medios de comunicación y los libros de texto pueden permitir al profesor problemasar las formas en que las nociones de los cuerpos, los géneros y las sexualidades circulan en nuestra sociedad. Concluimos que el uso de medios de comunicación y libros de texto en el aula puede favorecer discusiones sobre estos temas más allá de su dimensión biológica, lo que significa mejorar la apropiación de los cuerpos en un proceso permanente de construcción, género y sexualizado.Citas
- Agamben, G. (2009). O que é o contemporâneo? e outros ensaios (tradução Vinicius Nicastro Honesko). Chapecó: Argos.
- Martho e Amabis, G. R. (2010). Biologia. São Paulo:Moderna. (v. 1, 2, e 3).
- Antunes, C. B., M. & Guindeira, P. (2008). Novo Descobrir a Terra 9. Maia: Areal Editores.
- Brasil (2012). Guia de livros dida?ticos: PNLD 2012: Apresentac?a?o. Brasi?lia: Ministe?rio da Educac?a?o, Secretaria de Educac?a?o Ba?sica, 2011.
- Buscato, M. (2011). De ma?e para filho. Disponi?vel em: <http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,EMI16258-15246,00-DE+MAE+PARA+FILHO.html>.
- Butler, J. (1990). Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Tradução Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
- Campo, C. & Delgado, Z. (2008). Viver melhor na Terra. 9 CN. Ciências Naturais. Lisboa: Texto Editora.
- Costa, M. V. (2000). Estudos Culturais em educação: mídia, arquitetura, brinquedo, biologia, literatura, cinema,.. Porto Alegre: Editora da UFRGS.
- Gomes, P. B. M. B. (2003). Genitais femininos e os lugares da diferenc?a. In T. M. G. Fonseca & P. G. Kirst (Ed.), Cartografias e devires: a construc?a?o do presente. (pp. 273-297). Porto alegre: Editora da UFRGS.
- Hall, S. (2000). Quem precisa de identidade? In Silva, T. T. (Org.), Identidade e diferença: a perspectiva dos Estudos Culturais (pp.103-133). Petrópolis: Vozes.
- Hara, T. (2012). Sociedade da Comunicac?a?o: controle e captura da singularidade. Revista Aulas – Dossie? Foucault, 3. Disponi?vel em: <http://www.unicamp.br/~aulas/pdf3/29.pdf>.
- Hausmann, M. (2005). Questa?o de Simetria. Viver Mente & Ce?rebro Scientific American, 146, 40-45.
- Kellner, D. (2001). A cultura da mi?dia – estudos culturais: identidade e poli?tica entre o moderno e o po?s-moderno. Bauru: EDUSC.
- Kellner, D. (2012). A cultura da mi?dia e o triunfo do espeta?culo. Li?bero, 4(11), 4-15. Disponi?vel em:
www.revistas.univerciencia.org/index.php/libero/article/view/3901/3660>. Lei n.º 47/2006 de 28 de agosto da Assembleia da República de Portugal. Diário da República: I Série, nº 165 (2006). Disponi?vel em: http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ManuaisEscolares/2006_lei_47.pdf
- Linhares, S., & Gewandsznajder, F. (2010). Biologia hoje. São Paulo: Ática. (v. 1, 2, e 3).
- Louro, G. L. (1998). Sexualidade: lic?o?es da escola. In M., Dagmar (Org.). Sau?de e sexualidade na escola. (pp. 85-96). Porto Alegre: Mediac?a?o.
- Louro, G. L. (2001). Sexualidade e ge?nero na escola. In M. C. Braun (Org.), A educac?a?o em tempos de globalizac?a?o. (pp. 69-73). Rio de Janeiro: DP&A.
- Magalhães, J. C. (2008). Por que os homens nunca ouvem e as mulheres na?o sabem estacionar? analisando a rede de discursos das neurocie?ncias quanto a?s questo?es de ge?nero em alguns artefatos culturais. (Dissertação de mestrado não publicada). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de Po?s-Graduac?a?o em Educac?a?o em Cie?ncias: Química da Vida e Sau?de, Porto Alegre.
- Magalhães, J. C. (2012). Corpos transparentes, exames e outras tecnologias médicas: a produc?a?o de saberes sobre os sujeitos homossexuais. (Tese de doutorado não publicada). Universidade Federal do Rio Grande, Programa de Po?sgraduac?a?o em Educac?a?o em Cie?ncias: Química da Vida e Sau?de, Rio Grande.
- Melo, J. M. de & Tosta, S. P. (2008). Mi?dia & Educac?a?o. Belo Horizonte: Aute?ntica.
- Motta, L. V. & Viana, M. dos A. (2008). Bioterra: Viver melhor na Terra. Porto: Porto Editora.
- Nogueira, P. (2011). O pole?mico gene gay: a relac?a?o entre gene?tica e homossexualidade vive sendo provada e contestada. Agora, o maior estudo sobre o assunto quer responder: e? possi?vel nascer homossexual? Disponi?vel em: <http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,EDG80153-7943-197,00 O+POLEMICO+GENE+GAY.html>.
- Ribeiro, P. R. C. (2002). Inscrevendo a sexualidade:discursos e pra?ticas de professoras das se?ries iniciais do Ensino Fundamental. Porto Alegre. (Tese de Doutorado em Cie?ncias Biolo?gicas: Bioqui?mica não publicada). Instituto de Cie?ncias Ba?sicas da Sau?de, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul.
Descargas
Derechos de autor 2016 Bio-grafia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.









