Hablemos de VIH/SIDA y educación científica: contenido y no contenido de un tema sensible

  • Rafael Vitame Kauano Universidade de São Paulo
  • Pietro Tochio Lucci Universidade de São Paulo
Palabras clave: Educación Sexual, Infecciones de Transmisión Sexual, Enseñanza de las Ciencias

Resumen

El objetivo de este trabajo fue realizar un análisis sobre el silenciamiento de la epidemia de VIH y SIDA en Brasil a partir de una mirada al reduccionismo de este tema en los documentos curriculares al comparar los contenidos de los PCN y de la BNCC. De esta manera, consideramos la existencia de un sistema multicontradictorio que determina el silenciamiento del tema en la educación y en la sociedad. Proponemos como forma de superación el abordaje de cuestiones como la falsa idea de que el sida ya no existe o la trasnochada correlación entre el VIH y la homosexualidad sin pensar en las vulnerabilidades, emergen del fenómeno del silenciamiento como nuevo paradigma en la normalización.

Citas

Brasil. Ministério da Educação. A Base Nacional Comum Curricular (2017). Brasília, DF: MEC, 2017. Disponível em: < http://basenacionalcomum.mec.gov.br >. Acesso em: 20 abr. 2020.

Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental – Ciências Naturais. Brasília: MEC/SEF, 1998a. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br >. Acesso em: 20 abr. 2020.

Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos – Orientação Sexual. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998b. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br>. Acesso em: 20 abr. 2020.

Brasil. Secretaria de Vigilância em Saúde: Boletim Epidemiológico HIV/Aids: Ministério da Saúde. 2019. Disponível em: < www.aids.gov.br >. Acesso em: 15 mai. 2020.

César, M. R. D. A. (2009). Gênero, sexualidade e educação: notas para uma" Epistemologia". Educar em revista, 37-51.

Joint United Nations Programe (UNAIDS) (2019). Communities at the centre, defending rights, breaking barriers, reaching people with HIV services, UNAIDS joint United Nations programme on HIV. update. AIDS Geneva: UNAIDS, 283-293.

Konder, L (1981). O que é dialética. São Paulo: Brasiliense, p. 87.

Kosik, K (2010). Dialética do concreto. Trad. Neves, C; Toríbio, A. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

Macedo, E. (2017). As demandas conservadoras do movimento escola sem partido e a base nacional curricular comum. Educação & Sociedade, 38, 507-524.

Figueiró, M. N. D. (1996). A produção teórica no Brasil sobre educação sexual. Cadernos de Pesquisa, (98), 50-63.

Freire, P. (2018) A pedagogia do oprimido. São Paulo: 66ª ed Paz & Terra, 256p.

Rosário, A. G.; Portugal, M, A. L (2016). Educação Popular, sexualidades e enfrentamento da epidemia da Aids. In: 4º Seminário Internacional de Educação e Sexualidade e 2º Encontro internacional de Estudos de Gênero. Vitória.

Santos, N. J. S. (2016). Mulher e negra: dupla vulnerabilidade às DST/HIV/aids. Saúde e Sociedade, 25, 602-618.

Silva, C. S. F., Brancaleoni, A. P. L., & de OLIVEIRA, R. R. (2019). Base Nacional Comum Curricular e diversidade sexual e de gênero:(des) caracterizações. Revista Ibero-americana de estudos em educação, 1538-1555.

de Sousa Moura, F. N., & Leite, R. C. M. (2019). O conservadorismo e a formação cidadã: a abordagem da Sexualidade no Ensino Fundamental diante do discurso em documentos oficiais. Educação, Ciência e Cultura, 24(3), 61-77.

York, A. (2019). Undetectable equals untransmittable. Nature Reviews Microbiology, 17(7), 399-399.

Cómo citar
Vitame Kauano, R., & Tochio Lucci, P. (2023). Hablemos de VIH/SIDA y educación científica: contenido y no contenido de un tema sensible. Bio-grafía. Recuperado a partir de https://revistas.upn.edu.co/index.php/bio-grafia/article/view/18510

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.
Publicado
2023-01-24

Artículos más leídos del mismo autor/a