Biopolitica, normalização e educação

  • Alfredo Veiga-Neto Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Palavras-chave: Biopolítica, normalização, educação, dispositivos de segurança, dispositivo disciplinar

Resumo

Resumo

Neste ensaio o autor expõe duas razões pelas quais é possível estabelecer a relação entre bipolítica e educação: a primeira faz referência ao fato da educação ser uma prática imprescindível para a ação biopolítica, e isto quer dizer, que a educação ocupou em lugar de destaque nos processo através dos quais o biopoder e os dispositivos de normalização voltaram-se dominantes nas sociedades contemporâneas. A segunda razão, de ordem prática, tem a ver com as múltiplas possibilidades variadas e valiosas que as práticas educativas —escolares e não escolares— nos oferecem para observar e experimentar o funcionamento do poder disciplinario, a biopolítica e os dispositivos de normalização e segurança. Depois de realizar um percorrido pela proveniência do conceito de biopolítica nos trabalhos de Foucault e de explicar as suas articulações com os problemas educacionais, o autor encerra o texto com dez perguntas que abrem igual número de pesquisas a partir das quais nós poderíamos compreender a nossa atualidades educativa e pedagógica.

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Como Citar
Veiga-Neto, A. (2013). Biopolitica, normalização e educação. Pedagogía Y Saberes, (38), 83.91. https://doi.org/10.17227/01212494.38pys83.91

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Publicado
2013-02-01
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