CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO INFANTIL: DIMENSÕES E VERTENTES EM DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

  • Cinira Francisca Alves de Bastos
  • Tatiane Niederheitmann Latoski
  • Alisson Antonio Martins
  • Noemi Sutil
Palabras clave: Formação inicial docente, Pedagogia, Educação Infantil, Ciências, Cultura científica

Resumen

Abordagem de ciências na Educação Infantil se reporta a contornos peculiares, conformando vertentes atinentes à inter-relação entre cultura científica e as experiências das crianças e agregando demandas à formação inicial docente. Nesse cenário, em pesquisa e análise documental, objetiva-se delinear dimensões e vertentes de abordagem de ciências na Educação Infantil, em Diretrizes Curriculares Nacionais, em referência ao Curso de Graduação em Pedagogia. Salientam-se dimensões relacionadas a ciências e sua abordagem e às ações educativas alusivas à atuação com crianças. Pertinente a vertentes, alocam-se pressupostos de racionalidade crítica em formação e atuação docente e de articulações envolvendo cultura científica e Educação Ambiental e CTSA em abordagem de ciências na Educação Infantil. Entre os resultados, salientam-se viabilidades concernentes às referidas vertentes em referência aos documentos analisados.

Citas

Barolli, E., & Villani, A. (2015). A formação de professores de ciências no Brasil como campo de disputas. Exitus, 5(1), 72-90.

Brasil (1996). Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394. Brasília, DF.

Brasil (2006). Resolução CNE/CP 01/2006. Recuperado de http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rcp01_06.pdf.

Brasil (2015). Resolução CNE/CP 02/2015. Recuperado de http://portal.mec.gov.br/docman/agosto-2017-pdf/70431-res-cnecp-

-03072015-pdf/file.

Brasil (2019). Resolução CNE/CP 02/2019. Recuperado de http://portal.mec.gov.br/docman/dezembro-2019-pdf/135951-

rcp002-19/file.

Carr, W., & Kemmis, S. (1988). Teoría crítica de la enseñanza: la investigación-acción en la formación del profesorado.

Barcelona: Martínez Roca.

Cellard, A. (2012). A análise documental. In J. Poupart, J. Deslauriers, L. Groulx, A. Laperrière, R. Mayer, & A. Pires (Eds.), A

pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos (pp. 295-316). Petrópolis: Vozes.

Contreras, J. (2011). La autonomía del profesorado. Madrid: Ediciones Morata.

Couto, A. R. O., & Viveiro, A. A. (2017, julho). Educação Ambiental Crítica e Educação Infantil: uma interlocução possível.

Artigo apresentado no XI Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências (ENPEC 2017). Abrapec.

Gatti, B. A., & Barreto, E. S. S. (2009). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO.

Gatti, B. A., Barreto, E. S. S., André, M. E. D. A., & Almeida, P. C. A. (2019). Professores do Brasil: novos cenários de formação.

Brasília: UNESCO.

Martínez Pérez, L. F. (2012). Questões sociocientíficas na prática docente: Ideologia, autonomia e formação de professores.

São Paulo: Editora UNESP.

Mizukami, M. G. N. (1986). Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU.

Souza, C. R., Fagionato-Ruffino, S., & Pierson, A. H. C. (2013, novembro). As Culturas Infantis e a Cultura Científica: um

possível diálogo. Artigo apresentado no IX Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências (ENPEC 2013).

Abrapec.

Cómo citar
Alves de Bastos, C. F. ., Niederheitmann Latoski, T. ., Antonio Martins, A. ., & Sutil, N. . (2021). CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO INFANTIL: DIMENSÕES E VERTENTES EM DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS. Tecné, Episteme Y Didaxis: TED, (Número Extraordinario), 644–650. Recuperado a partir de https://revistas.upn.edu.co/index.php/TED/article/view/15168

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.
Publicado
2021-11-19