Teoría Crítica de la Enseñanza: Ilustração na investigação-ação de Carr e Kemmis
Resumen
Neste texto se pretende analisar a “Ilustração” no livro Teoría Crítica de la Enseñanza, escrito por Carr e Kemmis, em 1986, publicado com esse título em 1988. A organização metodológica baseia-se na análise textual discursiva, conforme referido por Moraes e Galliazi (2011). O termo relacionado com o Iluminismo, corrente filosófica da Modernidade, foi e continua sendo central para um “tornar-se crítico” – como propõe o título original: Becoming Critical –, no conhecimento, no Ensino, tendo a investigação-ação como uma ideia, concepção ou paradigma, com alusão ao enfoque crítico e emancipatório – não como um método. Sendo assim, a ilustração é entendida dentro de um contexto histórico e dialético, permitindo a reflexão crítica e a ação transformadoraCitas
Adorno, T. W., & Horkheimer, M. (1985). Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar. Carr, W. (2013). Becoming Critical hoy. Revista Interuniversitaria de Formación del Profesorado, 77(27,2) 35-43. Carr, W., & kemmis, S. (1986). Becoming Critical: Education, Knowledge and Action Research. Geelong, Victoria: Deakin University Press. Carr, W., & kemmis, S. (1988). Teoría Crítica de la Enseñanza: La investigaciónacción en la formación del profesorado. Barcelona: Ediciones Martínez Roca. Kant, I. (2012). Textos seletos. (8a. ed.). Petrópolis, RJ: Vozes. Marques, M. O. (1993). Conhecimento e modernidade em reconstrução. Ijuí: UNIJUÍ. Moraes, R., & Galiazzi, M. C. (2011). Análise textual discursiva. (2a. ed.). Ijuí: UNIJUÍ.
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